Quantos dias ficar em Florianópolis para conhecer as praias?

Peaceful beach scene at Praia da Enseada, São Paulo, Brazil, showing calm waters and lush hills.

Quantos dias ficar em Florianópolis para conhecer as praias? Essa é uma pergunta comum entre quem planeja sua primeira viagem à ilha e quer aproveitar ao máximo o tempo disponível. A resposta depende do seu ritmo de viagem, mas a maioria dos turistas descobre que entre 4 e 7 dias é o ideal para explorar as principais praias e atrações sem pressa, especialmente se você escolher se hospedar em um local estratégico como a Barra da Lagoa.

A região leste de Florianópolis concentra algumas das praias mais bonitas e acessíveis da ilha, além de pontos turísticos imperdíveis como o Projeto Tamar, trilhas ecológicas e piscinas naturais. Se você ficar apenas 2 ou 3 dias, consegue conhecer o essencial, mas corre o risco de deixar experiências marcantes de lado. Com mais tempo, é possível explorar praias vizinhas, fazer passeios para a Ilha do Campeche e ainda curtir o ambiente acolhedor da comunidade local com seus restaurantes de frutos do mar e a cultura açoriana única.

A melhor estratégia é se hospedar em uma pousada bem localizada na Barra da Lagoa, que oferece acesso direto à praia e facilita seus deslocamentos entre os principais pontos de interesse da ilha.

Quantos dias ficar em Florianópolis para conhecer as praias? A resposta direta

A resposta curta é: depende do seu ritmo, do seu orçamento e de quantas praias você realmente quer explorar. Florianópolis tem mais de 100 praias distribuídas por uma ilha de 424 km², com perfis completamente distintos entre si — águas tranquilas no Norte, ondas abertas no Leste, natureza quase intocada no Sul. Quem chega achando que dois dias bastam costuma partir com a sensação de ter arranhado apenas a superfície. Quem planeja com inteligência, mesmo em 5 dias, consegue percorrer as principais regiões sem abrir mão do descanso.

Mínimo viável: o que dá para ver em 3 dias em Florianópolis

Três dias são suficientes para visitar as praias mais conhecidas e ter uma experiência real da ilha — desde que você não desperdice tempo com deslocamentos mal planejados. Em 72 horas bem organizadas, é possível passar por entre 5 e 8 praias, percorrer o Centro Histórico, experimentar a gastronomia local e ainda reservar um momento de descanso à beira-mar. O segredo está em agrupar os destinos por região e resistir à tentação de cruzar a ilha inteira no mesmo dia.

Com 3 dias, o roteiro mais eficiente concentra o primeiro dia no Leste (Barra da Lagoa, Praia Mole, Galheta e Joaquina), o segundo no Norte (Jurerê, Canasvieiras e Ingleses) e o terceiro no Sul (Campeche, Armação e Pântano do Sul) ou no Centro, com uma passagem pelo Mercado Público. É um ritmo intenso, mas viável para quem está disposto a acordar cedo e se deslocar com eficiência.

O tempo ideal: por que 5 dias é o ponto de equilíbrio para a maioria dos viajantes

Cinco dias é o formato que a maioria dos viajantes experientes recomenda para Florianópolis. Esse intervalo permite cobrir as quatro regiões da ilha, incluir pelo menos um passeio de barco — como o da Ilha do Campeche —, experimentar restaurantes de frutos do mar com calma, fazer uma trilha ecológica e ainda ter uma tarde livre para simplesmente ficar na areia sem compromisso. A diferença entre 3 e 5 dias não é apenas quantitativa — é qualitativa. Você passa a viver a ilha, não apenas fotografá-la.

Com 5 dias, o ritmo cai para 2 ou 3 praias por dia, o que já é bem mais confortável. Há espaço para almoços demorados, para aguardar a maré certa nas piscinas naturais e para explorar atrações que ficam de fora nos roteiros comprimidos, como o Projeto Tamar na Barra da Lagoa ou o canal da Barra, com seus barcos de pesca artesanal e restaurantes à beira-d’água.

Para quem quer ir fundo: roteiro completo de 7 dias cobrindo todas as regiões da ilha

Sete dias em Florianópolis é o tempo certo para quem quer conhecer a ilha de verdade, sem sacrificar nenhuma região. Com uma semana, você consegue dedicar dois dias a cada área principal, incluir passeios de barco, percorrer trilhas como a da Lagoinha do Leste — considerada uma das mais belas do Brasil —, visitar a Lagoa da Conceição com tranquilidade, assistir ao pôr do sol na Praia do Santinho e ainda reservar uma tarde para compras e gastronomia no Centro.

Esse formato também é o mais indicado para famílias com crianças pequenas, casais em lua de mel e viajantes que valorizam o descanso tanto quanto a exploração. Com 7 dias, você não precisa escolher entre a Praia Brava e a dos Ingleses — vai às duas, no ritmo certo, sem estresse.

Mapa mental das praias de Florianópolis: Norte, Sul, Leste e Centro

Antes de montar qualquer roteiro, é fundamental entender a geografia da ilha. Florianópolis é extensa, e as praias têm características completamente diferentes conforme a região. Confundir uma praia do Norte com uma do Sul no planejamento pode resultar em horas de deslocamento desnecessário e dias mal aproveitados. O mapa mental abaixo organiza os principais destinos por região e perfil, facilitando a construção de um roteiro coerente.

Praias do Norte da Ilha: águas calmas, estrutura completa e fácil acesso

O Norte de Florianópolis concentra as praias mais estruturadas da ilha, com ampla oferta de restaurantes, bares, pousadas e serviços voltados ao turismo em larga escala. As águas são, em geral, mais tranquilas e rasas, tornando a região ideal para famílias com crianças e para quem prioriza conforto acima de tudo.

  • Jurerê Internacional: a praia mais badalada do Brasil, reconhecida pelo lifestyle sofisticado, beach clubs e infraestrutura premium.
  • Jurerê Tradicional: mais familiar e sossegada que a versão Internacional, com águas calmas e boa estrutura de serviços.
  • Canasvieiras: uma das mais antigas da ilha, com forte presença de turistas argentinos e uruguaios, orla movimentada e vida noturna intensa.
  • Ingleses: extensa faixa de areia com ondas moderadas, ideal para iniciantes no surf e para quem busca uma praia popular e animada.
  • Santinho: ao norte dos Ingleses, com águas mais limpas, dunas e bem menos movimento.
  • Brava: ondas fortes, surf, visual impressionante e acesso um pouco mais difícil, o que garante menor aglomeração.

Praias do Leste: ondas fortes, surf e paisagens selvagens

O Leste da ilha é o coração do surf em Florianópolis e também a região com as paisagens mais dramáticas. As praias aqui são abertas para o oceano Atlântico, o que garante ondas consistentes durante boa parte do ano. A Lagoa da Conceição fica nessa faixa e funciona como um hub central, com restaurantes, bares e vida noturna intensa.

  • Barra da Lagoa: uma das praias mais completas da ilha, com mar aberto, piscinas naturais formadas por rochas, canal de pesca artesanal, Projeto Tamar e uma atmosfera que mistura o rústico da vila de pescadores com a modernidade do turismo. É ponto de partida para trilhas ecológicas e passeios de barco.
  • Praia Mole: famosa pela diversidade e pela boemia, com boas ondas para surf e um público eclético.
  • Galheta: praia naturista, acessível apenas por trilha a partir da Mole ou da Barra da Lagoa, com visual selvagem e mar limpo.
  • Joaquina: referência nacional do surf, com dunas de areia que permitem sandboard e um ambiente vibrante.
  • Campeche: praia longa, ondas abertas e, a poucos quilômetros da costa, a Ilha do Campeche — um dos passeios mais disputados de Florianópolis, com trilhas, sítios arqueológicos e mar cristalino.

Praias do Sul da Ilha: tranquilidade, natureza preservada e menos turistas

O Sul é o lado menos explorado de Florianópolis e, justamente por isso, o favorito de quem já conhece a ilha e quer fugir da multidão. A infraestrutura é mais simples, as estradas podem ser mais tortuosas, mas a recompensa é uma natureza quase intocada e praias que parecem pertencer a outro tempo.

  • Armação: praia extensa, com bom mar para surf e acesso à Ilha do Campeche pelos barcos que partem daqui.
  • Pântano do Sul: comunidade de pescadores, frutos do mar frescos, mar calmo e uma autenticidade rara na ilha.
  • Solidão: acessível por trilha a partir do Pântano do Sul, com visual espetacular e quase nenhum visitante.
  • Lagoinha do Leste: considerada uma das praias mais bonitas do Brasil, alcançável apenas por trilha de aproximadamente 1h30 a partir do Pântano do Sul ou de Ribeirão da Ilha. Sem infraestrutura, sem sinal de celular, sem barulho.
  • Ribeirão da Ilha: menos procurada como praia de banho, mas célebre pela culinária açoriana e pelas ostras cultivadas no próprio local.

Centro e região continental: praias urbanas e pontos históricos para encaixar no roteiro

O Centro de Florianópolis não é destino de praia no sentido clássico, mas tem pontos que merecem pelo menos meio dia em qualquer roteiro. O Mercado Público de Florianópolis é o símbolo gastronômico e cultural da cidade, com barracas de frutos do mar, bares históricos e uma arquitetura do século XIX que vale a visita. A Ponte Hercílio Luz, o Forte de São José da Ponta Grossa e a Lagoa da Conceição completam os pontos que fogem do roteiro de praias, mas enriquecem qualquer passagem pela ilha.

Na parte continental, a Praia de Coqueiros e a Praia Beira-Mar Norte são opções urbanas, mais indicadas para uma caminhada ao entardecer do que para banho. Quem chega de carro pelo Sul do país geralmente passa por essas áreas antes de cruzar a ponte para a ilha.

Roteiro dia a dia: como distribuir as praias de Florianópolis em 3, 5 ou 7 dias

Montar um roteiro eficiente em Florianópolis exige respeitar a lógica geográfica da ilha. O erro mais comum de quem visita pela primeira vez é tentar misturar praias do Norte com praias do Sul no mesmo dia, o que resulta em horas de carro e pouco tempo de areia. Os roteiros abaixo foram pensados para maximizar o aproveitamento de cada dia, agrupando as atrações por proximidade e perfil.

Roteiro de 3 dias em Florianópolis: as praias que você não pode deixar de ver

Dia 1 — Leste da ilha: Comece pela Barra da Lagoa logo pela manhã, antes do movimento. Explore as piscinas naturais formadas pelas rochas na entrada da praia, visite o Projeto Tamar e almoce em um dos restaurantes do canal. À tarde, siga a pé ou de carro até a Praia Mole e, se quiser aventura, faça a trilha até a Galheta. Encerre o dia na Lagoa da Conceição para jantar.

Dia 2 — Norte da ilha: Acorde cedo e vá direto para Jurerê, aproveitando o mar calmo da manhã. Após o almoço, siga para Canasvieiras ou Ingleses. Se sobrar energia, feche o dia na Praia Brava, que fica próxima e tem um visual completamente diferente das demais praias do Norte.

Dia 3 — Sul da ilha e Centro: Dedique a manhã ao Campeche ou à Armação. Se a temporada permitir, tente reservar com antecedência o passeio de barco para a Ilha do Campeche. À tarde, passe pelo Pântano do Sul para uma refeição de frutos do mar e encerre o dia no Centro, com uma visita ao Mercado Público para um último drinque ou jantar.

Roteiro de 5 dias em Florianópolis: equilíbrio entre praias, gastronomia e cultura

Dia 1 — Chegada e Leste (Barra da Lagoa): Instale-se na hospedagem e dedique a tarde à Barra da Lagoa. Conheça o canal, as piscinas naturais e o Projeto Tamar. Jantar de frutos do mar no próprio bairro.

Dia 2 — Leste completo: Praia Mole, Galheta (trilha) e Joaquina. Se houver disposição, inclua as dunas da Joaquina para sandboard ao final da tarde. Jantar na Lagoa da Conceição.

Dia 3 — Norte da ilha: Jurerê Internacional de manhã, Jurerê Tradicional após o almoço e Santinho ou Ingleses para fechar o dia. O Norte tem boa estrutura de restaurantes, então o jantar pode ser feito na própria região.

Dia 4 — Sul da ilha: Armação de manhã, passeio de barco para a Ilha do Campeche (reserve com antecedência), Pântano do Sul para almoço tardio. À tarde, se houver disposição, uma trilha curta na região de Ribeirão da Ilha.

Dia 5 — Centro e Lagoa da Conceição: Manhã no Mercado Público, tarde na Lagoa da Conceição (windsurf, passeio de barco ou apenas a orla), pôr do sol na Beira-Mar Norte. Jantar de despedida no Centro.

Roteiro de 7 dias em Florianópolis: cobertura completa da ilha sem pressa

Dia 1 — Chegada e Barra da Lagoa: Chegada com calma, instalação na pousada, tarde na Barra da Lagoa, jantar no canal.

Dia 2 — Leste: Praia Mole, Galheta e Joaquina: Dia dedicado às praias abertas do Leste, com trilha até a Galheta e sandboard nas dunas da Joaquina ao final da tarde.

Dia 3 — Lagoa da Conceição e Campeche: Manhã na Lagoa (passeio de barco ou windsurf), tarde na Praia do Campeche. Jantar na Lagoa.

Dia 4 — Ilha do Campeche e Armação: Passeio de barco para a Ilha do Campeche com saída bem cedo. Retorno ao final da tarde com parada na Praia da Armação.

Dia 5 — Sul da ilha: Pântano do Sul, Solidão (trilha) e Ribeirão da Ilha para almoço de ostras. Tarde livre ou Lagoinha do Leste para os mais dispostos (trilha de 1h30).

Dia 6 — Norte da ilha: Jurerê, Canasvieiras, Ingleses e Santinho. Aproveite para jantar em um dos beach clubs de Jurerê ao entardecer.

Dia 7 — Centro e despedida: Manhã no Mercado Público, Forte de São José da Ponta Grossa, Ponte Hercílio Luz. Almoço no Centro e partida à tarde.

Como a época do ano muda o número de dias ideal em Florianópolis

O período da visita impacta diretamente não apenas o clima, mas a logística, os preços, o trânsito e a experiência geral na ilha. Florianópolis se comporta de maneira muito distinta entre a alta e a baixa temporada, e ignorar essa variável pode comprometer até o roteiro mais bem planejado.

Alta temporada (dezembro a fevereiro): planeje mais dias para compensar o trânsito e as filas

Entre dezembro e fevereiro, Florianópolis recebe um volume expressivo de visitantes — especialmente argentinos, uruguaios e paulistanos. O trânsito nas principais vias da ilha pode transformar um deslocamento de 30 minutos em mais de 2 horas, sobretudo nos fins de semana e feriados. As praias mais famosas ficam lotadas, os restaurantes têm fila, os passeios de barco esgotam com antecedência e os preços de hospedagem disparam.

Nesse período, o ideal é acrescentar pelo menos 1 ou 2 dias ao planejamento original para compensar o tempo perdido em deslocamentos e esperas. Quem programa 5 dias na alta temporada, na prática, vai aproveitar o equivalente a 3 ou 4 dias de baixa. Sair da pousada antes das 9h é a estratégia mais eficaz para driblar o congestionamento e garantir lugar nas praias mais disputadas.

Baixa temporada (março a novembro): menos dias rendem mais — e custam menos

Fora do verão, Florianópolis é outro destino. O trânsito praticamente desaparece, as praias ficam quase desertas, os restaurantes atendem sem espera e os valores de hospedagem caem de forma significativa. Em muitos casos, um roteiro de 4 dias na baixa temporada rende mais do que 7 dias em janeiro.

O inverno (junho a agosto) traz frio e ventos fortes, mas também eventos únicos, como a pesca da tainha, que ocorre entre maio e julho e é um espetáculo cultural e gastronômico à parte. A primavera (setembro a novembro) é considerada por muitos o melhor período para visitar a ilha: o mar começa a esquentar, as praias ainda estão tranquilas e o clima é agradável para trilhas e passeios de barco. Quem tem flexibilidade de data, vai a Florianópolis fora do verão e aproveita muito mais com menos dias e menos dinheiro.

Dicas práticas para aproveitar mais praias em menos tempo

Independentemente do número de dias disponíveis, algumas decisões logísticas têm impacto direto na quantidade de praias que você vai conseguir visitar. Transporte, hospedagem e planejamento de horários são as três variáveis que mais influenciam o aproveitamento de qualquer roteiro em Florianópolis.

Vale a pena alugar carro em Florianópolis? Impacto direto no número de praias visitadas

Para a maioria dos perfis de viajante, sim — ter carro em Florianópolis amplia consideravelmente o número de praias acessíveis. A ilha conta com transporte público limitado, especialmente para os destinos mais afastados do Centro, e muitas das melhores opções do Sul e do Leste são de difícil acesso sem veículo próprio. Com carro, você sai da Barra da Lagoa e chega ao Pântano do Sul em menos de 40 minutos. Sem ele, o mesmo trajeto pode levar mais de 2 horas com baldeações.

A exceção é a alta temporada, quando o congestionamento nas vias principais transforma o carro em um fardo. Nesse período, quem está hospedado em uma região estratégica e combina aplicativos de transporte, ônibus e bicicleta pode se sair melhor do que quem depende exclusivamente do veículo.

Como se locomover sem carro entre as praias de Florianópolis

Sem carro, a logística exige mais planejamento, mas é viável — especialmente se a hospedagem estiver bem posicionada. As principais alternativas são:

  • Ônibus intermunicipais: cobrem as principais praias, mas com frequência limitada e horários que nem sempre se encaixam no ritmo de um turista. Funciona melhor para quem tem tempo e flexibilidade.
  • Aplicativos de transporte (Uber, 99): disponíveis na ilha, mas com oferta reduzida nas praias mais afastadas e tarifas que sobem na alta temporada.
  • Táxi: ainda presente, especialmente no Centro e nas regiões mais turísticas.
  • Bicicleta: excelente para quem está hospedado na Lagoa da Conceição ou na Barra da Lagoa, com acesso a várias praias do Leste sem depender de carro.
  • Passeios organizados: agências locais oferecem roteiros de van que cobrem as principais praias em um único dia, com guia incluso — uma solução prática para quem prefere não dirigir.

Onde se hospedar para otimizar o roteiro de praias: Norte, Lagoa ou Centro?

A localização da hospedagem é talvez a decisão mais estratégica de todo o planejamento. Em Florianópolis, ficar no lugar errado pode custar horas de deslocamento por dia. Cada região tem vantagens distintas:

Norte da ilha é ideal para quem vai focar em Jurerê, Canasvieiras e Ingleses, e para famílias que priorizam águas calmas e estrutura completa. O acesso ao Sul e ao Leste é mais demorado.

Lagoa da Conceição e Barra da Lagoa são as localizações mais estratégicas para quem quer equilibrar praias do Leste, acesso ao Sul e vida noturna. A Barra da Lagoa, em particular, é um ponto de partida privilegiado: fica a poucos minutos de destinos como Mole, Galheta e Joaquina, tem piscinas naturais na própria praia, acesso ao Projeto Tamar e uma atmosfera autêntica de vila de pescadores. Para quem busca hospedagem na Barra da Lagoa perto da praia, essa é a região que melhor combina conveniência e qualidade de experiência.

Centro é conveniente para quem vai usar muito transporte público e quer acesso fácil a restaurantes, compras e pontos históricos, mas fica distante das melhores praias. Não é a escolha mais indicada para quem prioriza o mar.

Se você ainda está avaliando onde se instalar, vale a pena conhecer todas as atrações que existem na Barra da Lagoa antes de tomar essa decisão — a região oferece muito mais do que apenas a praia, e isso muda completamente o cálculo de onde vale a pena se hospedar.

Perguntas frequentes sobre quantos dias ficar em Florianópolis

Quantos dias são suficientes para conhecer as principais praias de Florianópolis?

Para visitar as praias mais relevantes das quatro regiões da ilha — Norte, Leste, Sul e o entorno da Lagoa da Conceição — o mínimo recomendado é 5 dias. Com esse tempo, é possível passar por entre 10 e 15 praias, incluir um passeio de barco e ainda ter momentos de descanso. Três dias cobrem o básico, mas com pouca margem para imprevistos ou um ritmo mais tranquilo.

Dá para conhecer Florianópolis em um final de semana de 4 dias?

Sim, 4 dias são suficientes para uma experiência satisfatória, especialmente na baixa temporada, quando o trânsito não compromete os deslocamentos. Com um planejamento bem feito, você consegue cobrir o Leste (Barra da Lagoa, Mole, Joaquina), o Norte (Jurerê, Ingleses) e o Sul (Campeche, Armação) sem correr demais. Na alta temporada, o mesmo roteiro exige mais paciência e antecedência nas reservas.

Quantas praias tem Florianópolis no total?

Florianópolis tem oficialmente mais de 100 praias catalogadas, distribuídas pela ilha e pela parte continental do município. O número exato varia conforme a fonte — algumas contagens chegam a 110. Naturalmente, não é possível visitar todas em uma única viagem, e muitas são acessíveis apenas por trilha ou embarcação.

Qual a melhor época do ano para visitar as praias de Florianópolis?

A resposta depende do perfil do viajante. Para quem prioriza mar quente, agitação e vida noturna, o verão (dezembro a fevereiro) é o período mais indicado — mas prepare-se para trânsito intenso, lotação e preços elevados. Para quem prefere praias tranquilas, custos acessíveis e conforto nos deslocamentos, a primavera (outubro e novembro) é a escolha mais inteligente: o mar já está aquecendo, as praias ainda estão vazias e o clima favorece trilhas e passeios de barco. O inverno tem charme próprio, especialmente para quem quer presenciar a pesca da tainha na Barra da Lagoa.

É possível conhecer as praias de Florianópolis sem carro?

É possível, mas requer mais planejamento e paciência. As praias do Norte e do Leste têm acesso razoável por ônibus e aplicativos de transporte. As do Sul são mais difíceis de alcançar sem veículo. Uma estratégia eficiente é se hospedar em uma região centralizada, como a Barra da Lagoa, e combinar bicicleta, ônibus e aplicativos conforme a distância. Para destinos mais afastados, passeios organizados em van são uma alternativa prática.

Quais são as praias imperdíveis de Florianópolis para quem tem pouco tempo?

Se você tem apenas 2 ou 3 dias, priorize: Barra da Lagoa (piscinas naturais, canal, Projeto Tamar), Praia Mole (diversidade e ondas), Joaquina (surf e dunas), Jurerê (estrutura e beleza) e Campeche (com passeio para a Ilha do Campeche, se possível). Esses cinco destinos representam bem os diferentes perfis da ilha e reúnem as experiências mais marcantes de Florianópolis. Para quem quer saber mais sobre os arredores do Leste, vale conferir quais praias ficam perto da Barra da Lagoa.

Florianópolis vale a pena para quem não gosta de praia?

Sim, e muito. A ilha tem uma oferta cultural e gastronômica que vai muito além da areia. O Mercado Público, a arquitetura açoriana do interior, a Lagoa da Conceição (com windsurf, gastronomia e vida noturna), as trilhas ecológicas, o Projeto Tamar, a pesca artesanal e os restaurantes de ostras de Ribeirão da Ilha são experiências completas por si mesmas. Quem não curte praia pode passar uma semana inteira em Florianópolis sem pisar na areia — e ainda assim partir com a sensação de que não viu tudo.

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